quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Só pra descontrair =D

  Ironia é saber que quando eu era criança ,a primeira coisa que eu fazia quando saía da escola, era meu dever de casa.

Eu não vou negar: ( ) Que sou louco por você, tô maluco pra te ver. (X) Que eu odeio segunda-feira.

"190, qual é sua emergência?" "Amanhã tem aula"

Na frase "Já estou quase chegando" o sujeito Ainda nem saiu de casa.

Aquele momento quando seus pais te mandam sair do computador ( ) Certo, vou desligar. (X) PERA AÍ QUE SÓ VOU DAR TCHAU AQUI!!
A pessoa reclama que eu sumi sendo que todo dia eu to online e ela nunca vem falar comigo.

Já falei: ”minha mãe não deixou” quando na verdade eu que não queria ir.

Se eu ganhasse 1 real cada vez que meu celular caísse no chão… (x) Eu já estaria rico. (Xxxx) Eu jogaria ele 1.000.000 de vezes no chão.


      





terça-feira, 27 de setembro de 2011

Percebi

 Que o tempo e o melhor remédio, que pra ser feliz tem que se acreditar na própria capacidade e procurar fazer as escolhas certas sempre em busca de um objetivo

     

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Descobri

Que se leva um certo tempo para construir confiança e apenas alguns segundos para destruí-la,que em um instante posso fazer coisas das quão me arrependerei pelo resto da vida e que tem que se dar valor as verdadeiras amizades pois se um dia forem embora a saudade não será motivo o suficiente para que voltem. 

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Compreendi

Que pra ser feliz basta querer.
Aprendi que o tempo cura.Que mágoa passa.
Que decepção não mata e que hoje é reflexo de ontem.
Compreendi que podemos chorar sem derramar lágrimas.
Que os verdadeiros amigos permanecem.
Que dor fortalece... Que vencer engrandece.
Aprendi que sonhar não é fantasiar.
Que a beleza não está no que vemos, e sim no que sentimos!



    

Pensando

  Cada dia é uma historia, cada passo uma conquista e cada pedra no caminho é uma forma de amadurecimento. E mesmo que o tempo passe, e que as coisas mudem, é olhando para trás que nos damos conta que simplesmente vivemos.